terça-feira, julho 26, 2005

Terça feira

Estou bem feliz estes dias! Me sinto bem, feliz, bonita, amada, querida.. eheheheIsso eu devo a meus amigos, minha família e a meu namorado!Como é bom estar rodiada de pessoas que nos fazem felizes e nos fazem bem!!!Estou vivendo um dia de cada vez e controlando a ansiedade!


Café da manha
iogurte + cereal

lanche
pera

almoço
salada + sopa + arroz + carne moida com berinjela

lanche
barra de cereal
100 gramas de petit four e um chocolate branco (jaca)

jantar
lanche vegetariano
cappucino light

ceia


Todo drama é um trampolim

QUANDO OCORREM mais baixos do que altos na vida, o mais fácil é esmorecer. No entanto, há quem reúna até as forças que não tem para se reerguer. E foi por conhecer gente desse segundo time que me inspirei a reescrever alguns capítulos do meu livro Sem Medo de Vencer e relançá-lo no fim de maio. Vou contar, em primeira mão, essa história a você.
NO INÍCIO DE 2005, mais uma vez viajei para a Índia. Desta vez, porém, encontrei o ambiente diferente. O país vivia a comoção da tragédia do tsunami, ocorrido um mês antes. Aquele sofrimento me tocou e achei que deveria ajudar. Fui a Phuket, na Tailândia, uma das regiões afetadas, e me hospedei no mesmo hotel que apareceu nos telejornais sendo invadido pelas águas. Agora funcionava razoavelmente bem. Vi casas destruídas, jardins arrasados e centenas de árvores arrancadas. Mas a lama já havia sido retirada e certa limpeza reinava. Restaurantes estavam abertos com avisos nas portas pedindo desculpas por não oferecerem a qualidade de sempre. Haveria um show da MTV tailandesa com os artistas mais importantes do país, cuja renda seria destinada às vítimas e à reconstrução de toda a região. Comida, artesanato e brinquedos eram vendidos.
O VICE-PREFEITO da cidade me mostrou o plano emergencial de recuperação. Nos primeiros dias, a prioridade foi salvar vidas. As companhias aéreas tailandesas transportaram gratuitamente de volta para casa os turistas. Perguntei como poderia colaborar e ele me olhou firmemente e disse: 'Fale da beleza deste lugar às pessoas que encontrar. Conte como lutamos para reconstruir nossa vida'.
A DOR DOS TAILANDESES não os impediu de enfrentar a tragédia. Na Índia, o povo se deixou levar por ela e demorava para reagir. Na volta ao Brasil, pensei na diferença de atitude entre esses dois povos. Não tenho direito de julgar o sofrimento de ninguém. Analiso levando em conta apenas as reações dos habitantes de cada país atingido pelo tsunami. Por que os tailandeses foram rápidos e os indianos, passivos?
TRANSFERI a reflexão para a nossa vida. Às vezes, tudo dá errado. Você monta seu consultório com capricho, sofre para pagar equipamentos e, nos primeiros meses, quase nenhum paciente aparece. Batalha para fechar uma venda, mas o cliente assina contrato com outro fornecedor. Prepara uma aula fantástica para os alunos e eles nem prestam atenção. Numa situação assim, há dois caminhos: ou permitir que o problema a paralise ou fazer do drama um trampolim. Vá na segunda alternativa.
NÃO ADIANTA SE torturar com uma autocrítica feroz. Convide o seu namorado para sair. Se até o romance acabou, chame a amiga mais divertida, fale sobre outros assuntos, paquere bastante. Mirar o futuro é a melhor maneira de esquecer o passado. No dia seguinte, pratique a regra 10 para 1. Para cada coisa que não deu certo, faça dez para dar certo.
HOJE, ME DOU AO luxo de escolher meus clientes. No começo não foi assim. Ocorreu de eu organizar um seminário para 30 pessoas e haver apenas três inscritos. Quase desisti. Mas usei a regra do 10 para 1. Para cada cancelamento, dei dez telefonemas. Liguei para amigos e familiares pedindo indicações de possíveis participantes. A sala quase lotou.
TODOS NÓS NOS sentimos na última colocação em algum momento. Porém, o perdedor fica olhando para o que perdeu, enquanto o vencedor chora, levanta a cabeça e volta à luta. Por pior que seja a situação, comece a fazer planos para o futuro e converse sobre eles com as pessoas mais próximas. Se olhar para a frente, não vai deixar que um fracasso atrapalhe seu projeto de ser feliz."
Roberto Shinyashiki é psiquiatra, palestrante organizacional e autor de 11 livros

6 comentários:

Anônimo disse...

Oi linda! Também adorei seu blog, viu!? E saiba que é sempre bem-vinda ao meu e pode contar comigo sempre! Estamos nessa batalha juntas e pra nos ajudar!
Espero que essa sua felicidade nos contagie sempre e se prolongue bastante!
Bjus bjus bjus

Anônimo disse...

oi Pri, muito comovente a situacao da india ne?! nem me fale!
E viver rodeada de pessoas otimistas, de bem com a vida e' fundamental!!!
bjks

Anônimo disse...

Olá! Belo e verdadeiro texto! Somente chorar pelo leite derramado não leva à nada. Mas não podemos nos esquecer das dificuldades , para manter a garra sempre e, depois de atingir o objetivo, ver o quanto progredimos!
Que bela declaração de amor, aí acima, hein ? Parabéns!

Anônimo disse...

Passei para te deixar um grande beijo!

Ana Lu disse...

Oi Pri, sou do grupo pé direito, lembra??? espero q sim!!! Estaremos juntas nessa batalha, muita força pra vc
Beijos Ana Lu
visita meu blog ok???

Cristeli disse...

Pri amei teu post de hj...li tudinho....senti com o coração cada palavra q tu escreveu, o teu carinho e o teu cuidado.Vc é especial!!!
Cristeli